De uns tempos pra cá, vem aquela vontade de sentir-se pela pele. A pele como instrumento do viver, da intensidade que recobre a carne e provoca sensações. Aquilo que vem como força, impulsos elétricos e leituras de Miller, o pai da sensação. Digo, de tempos em tempos, vem essa vontade quase como o corpo se tornasse fúria; a cria da revolta e apenas poucas palavras para calar.
De uns tempos pra cá, me veio a sensação de experimentar o corpo, na explosão, na manifestação do sexo. Descobrir a pele, enxergar o sangue correr, como se fosse assim mesmo a velocidade do prazer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário